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{TAG} Últimos Filmes Que Assisti #1

11 de setembro de 2017 1 Comentário
Costumamos sempre assistir filmes, mini series, curtas metragens e afins. Outrora baseados em livros, em contos, HQs e etc. Vou listar um filme por TAG que assisti recentemente, assim como deixarei algumas curiosidades, ora eu sabia ora descobri.
Procurando Dory

Um ano após ajudar Marlin (Albert Brooks) a reencontrar seu filho Nemo, Dory (Ellen DeGeneres) tem um insight e lembra de sua amada família. Com saudades, ela decide fazer de tudo para reencontrá-los e na desenfreada busca esbarra com amigos do passado e vai parar nas perigosas mãos de humanos.


Titulo Original: Finding Dory
Ano: 2016
Elenco: Ellen DeGeneres, Albert Brooks, Idris Elba
Genero: Animação
Duração: 97  minutos

Trailer.

Curiosidades: 

1° O Filme Se Passa Um Ano Após os eventos de Procurando Nemo

Procurando Dory, promete resolver aquele grande mistério de como ela aprendeu baleiês. Essa é uma das várias memorias perdidas que a personagem possui e tenta recuperar nessa nova aventura. Com o mesmo roteiro e diretores da animação de Procurando Nemo (2003).

2°  Consciência

Um dos cenários do longa seria um parque de diversões como o Sea World, mas ele foi modificado para um Instituto de Biologia Marinha após uma exibição do filme Blackfish: Fúria Animal para funcionários da Pixar.


3° Hank é a nova Dory

Hank, um mal-humorado polvo com sete tentáculos, é um dos primeiros novos personagens a cruzar o caminho de Dory. E ele não está em busca de novos amigos – o que, é claro, provavelmente significa o começo de uma linda amizade. O personagem vai desempenhar o papel de comparsa da peixinha, uma parceria parecida com a de Marlin e Dory no primeiro filme.


4° Ryca

Dory é a personagem mais popular da Disney na internet - sua página no Facebook tem mais de 25 milhões de fãs. 

5° Provavelmente não teremos "Procurando Dory 2"

O diretor Andrew Stanton já avisa: para ele, Procurando Dory é um ciclo completo. A grande motivação para contar essa história foi a dúvida se a peixinha conseguiria se virar sozinha – e, ao que tudo indica, o filme resolve essa questão. Mas, como ele já se enganou no passado quando achou que Procurando Nemo iria ficar por ali mesmo, ele prefere aderir à máxima “nunca diga nunca”. O tempo dirá.

6° Sem pressa!

O filme possui uma (imperdível) cena pós-créditos.



Minha opinião: 

O filme é maravilhoso, você lembra de momentos relacionados a Procurando Nemo, tem um humor doce e saudável, a narrativa é boa e as vezes mexe muito com o seu sentimento, mas simplesmente é uma aventura intensa, perdida e "maluuucaaa" (acho que sei falar baleiês) por ser a Dory. Quem ainda não viu, vale a pena assistir.



Créditos: AdoroCinema, Wikipedia e SuperAbril.




                                                 Um grande abraço do Paulo!  

18ª Bienal do Livro Rio recebe 680 mil visitantes e se consagra como experiência cultural para toda família

10 de setembro de 2017 Nenhum comentário


A maior festa literária do Brasil recebeu número recorde de entusiastas dos livros de todas as idades, que lotaram a intensa programação ao longo dos onze dias de evento


Entre 31 de agosto e 10 de setembro, o Riocentro serviu de cenário para uma grande celebração da literatura nacional.  Com mais de 300 autores e convidados, divididos em 360 horas de programação cultural e 190 sessões, a Bienal Internacional do Livro Rio – organizada pelo SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e a Fagga | GL events Exhibitions, se consagrou com uma verdadeira experiência cultural para toda a família. Em sua 18ª edição, o maior evento literário do país bateu recorde de público e recebeu 680 mil visitantes, superando a estimativa inicial de 600 mil.
Uma das novidades deste ano, a Arena #SemFiltro, com curadoria de Rosane Svartman, fez sucesso entre os leitores e teve 90% de ocupação de sua capacidade. A procura pelo espaço dedicado aos debates de interesse dos jovens – que cresceu de 90 para 400 lugares de 2015 para 2017 – reflete o crescimento dessa parcela do público no evento. Enquanto na última edição os visitantes entre 15 e 19 anos representavam 18% do público, agora eles são 33%. O número é ainda mais animador se comparado com a Bienal de 2007, quando os jovens representavam apenas 11% dos visitantes, e são resultado do investimento do evento na formação de público leitor.
A variedade de temas das mesas propostas por Rodrigo Lacerda para o Café Literário também agradou e o espaço recebeu um público 25% maior que a 17ª edição. O Geek & Quadrinhos, montado pela primeira vez, atraiu entusiastas da cultura pop de todas as idades com as sessões comandadas por Affonso Solano e seus convidados, e em atividades como batalhas medievais, mesa de jogos e área de realidade aumentada, que permaneceram movimentadas ao longo de todo o evento. As crianças também tiverem uma área totalmente dedicada a elas, o EntreLetras, que, a partir das atividades lúdicas propostas por Daniela Chindler, puderam ser inseridas no universo literário.
A melhora do acesso ao Riocentro também contribuiu para o sucesso do evento, já que 56% das pessoas usaram transporte público para vir à Bienal. Outra grata surpresa revelada pela pesquisa deste ano, os visitantes vindos de outros estados foram 14% dos presentes, colocando o evento como um impulsionador da economia do estado. Já sobre o número de exemplares comprados, cada pessoa que passou pelo Riocentro saiu com 6,6 livros, mantendo a média da última edição, com um gasto médio de R$ 25,18.
A Bienal Internacional do Livro Rio agradou quem esteve no Riocentro. A nota dada pelo subiu de 8,4 para 8,6 e 93% das pessoas disseram que voltariam ao evento. Os novos visitantes foram 24% do público – e 76% das pessoas estiveram em edições anteriores. O saldo positivo ultrapassou o mundo real e se refletiu também nas redes da Bienal. Somente durante os onze dias do evento, o Facebook teve um crescimento de 17% em sua base de fãs e seu alcance quase atingiu quase um milhão de pessoas. Os stories do Instagram também fizeram sucesso e, ao todo, tiveram quase 2,5 milhões de impressões.  
 “Estamos muito satisfeitos com os números da Bienal. Com o crescimento da programação, atingimos nosso objetivo de proporcionar uma experiência cultural para toda família. É muito bom ver o investimento de todas as editoras em estandes cada vez bonitos e com mais atrações para o visitante”, comenta Tatiana Zaccaro, diretora da Bienal.
Já a vice-presidente do SNEL, Mariana Zahar, acredita que a Bienal tenha sido um ótimo termômetro para o mercado editorial. “Se tivemos uma queda em 2016 no mercado como um todo dos livros, 2017 já marca uma retomada e um respiro para as empresas. Certamente a Bienal contribui significativamente”, acredita.

Sobre a Fagga | GL events Exhibitions
Referência em promoção e organização de feiras e eventos no Brasil, a Fagga l GL events Exhibitions está no mercado há meio século e é responsável pela realização de mais de 20 feiras por ano no país. Desde 2006, faz parte de um dos maiores grupos do setor de eventos no mundo, a francesa GL events. A multinacional é a única da América Latina a trabalhar em toda cadeia da produção de eventos.

Sobre o SNEL
O SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) é uma sociedade civil que tem como objetivo o estudo e a coordenação das atividades editoriais no Brasil, assim como a representação legal da categoria de editores de livros e publicações culturais. Sua missão é dar suporte à classe nas áreas de direitos autorais, biblioteconomia, trabalhista, contábil e fiscal. O atual presidente do SNEL é Marcos Pereira.


Patrocinadores
O evento tem como patrocinadores a BIC (Entreletras), Suzano (Café Literário), a Transegur (Segurança Oficial), Submarino (e-commerce), a Supergasbras, (Praça de Leitura), a Light (Apoio Cultural), as Lojas Americanas e Sodexo (Apoio), Saraiva (Espaço Digital) e 99 (Transporte Oficial). A Bienal do Livro Rio conta ainda com a realização do Ministério da Cultura através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e com o patrocínio da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.



Gestão de relacionamento com a imprensa
Approach Comunicação – www.approach.com.br

Combate às drogas, pós-verdade e diversidade sexual foram alguns dos temas debatidos hoje na Bienal do Livro Rio

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A 18ª Bienal Internacional do Livro Rio apresentou até hoje uma programação cultural bastante diversificada em espaços como o Café Literário, o Encontro com Autores, o Palco Maracanã, a Arena #SemFiltro e o inédito Geek & Quadrinhos. No penúltimo dia do evento, os temas da programação oficial foram do combate às drogas, identidade de gênero, pós-verdade, Game of Thrones até literatura fantástica, além das sessões com autores que lotaram os espaços reservados para o encontro com os fãs.
Café Literário
Críticas às atuais políticas de combate às drogas marcaram o debate que abriu o Café Literário, na manhã deste sábado. A mesa-redonda “Novas políticas sobre drogas” reuniu o neurocientista americano Carl Hart; a cientista política Ilona Szabó e o ex-jogador de futebol Walter Casagrande, com mediação de Rodrigo Lacerda.
O neurocientista defendeu uma mudança na forma como a sociedade encara o uso de entorpecentes. Para Carl Hart, a política de combate às drogas dispersa o debate em torno de problemas estruturais. “Quando focamos nossa preocupação no tráfico, deixamos de pensar em educação, empregos e distribuição de renda”.
A cientista política Ilona Szabó, listou medidas que, em sua opinião, fariam o Brasil avançar no tema. “É preciso abrir a porta para o debate sem tabus. Deixar de tratar o usuário como criminoso, tirá-lo da esfera criminal; e pesquisar de maneira séria sobre o tema”, avaliou. Já o ex-jogador e comentarista Casagrande contou como enfrentou a dependência química, que o levou a ficar internado durante um ano. “Convivi com a droga desde jovem e não percebi que estava se tornando um problema. No meu caso, a internação, decidida pela minha família, foi fundamental para salvar minha vida”, lembrou.
Durante a mesa-redonda “Novas editoras”, na tarde de sábado, os convidados debateram sobre o mercado para pequenas e médias editoras criadas nos últimos anos. Representantes de novas editoras, Fabiano Curi, Tatiana Kely, Karla Melo e Flávio Moura, com mediação de Fernanda Diamant, conversaram sobre o perfil de seus lançamentos, com foco na qualidade editorial; estratégias de distribuição; investimento em plataformas digitais e a contribuição das editoras pequenas e médias para a formação de público leitor.
No bate-papo “Cronistas Contemporâneos”, os cronistas Fabrício Carpinejar, Raphael Montes e Afonso Borges debateram sobre a importância da crônica na literatura e jornalismo na atualidade. Mediados pelo também cronista Arnaldo Bloch, o trio defendeu que a crônica é o melhor estilo para tentarmos entender as rápidas transformações de comportamento nas sociedades.
Em meio às notícias factuais e efêmeras nos jornais, a crônica dá ao escritor a liberdade de transitar entre a literatura e o jornalismo. Mesmo sendo factual e atual, os cronistas são capazes de identificar traços peculiares de pessoas e situações em meio ao cotidiano e também de resgatar a memória. "A boa crônica perdura, pois é capaz de transformar um assunto na essência humana" afirmou Raphael Montes. 
Eleita em 2016 como a palavra do ano pelo dicionário de Oxford, a "pós-verdade" foi o tema de um dos debates mais lotados no Café Literário. O historiador Leandro Karnal e a jornalista da revista Piauí, Daniela Pinheiro, conversaram sobre “Pós-verdade: Fatos e Narrativas”, mediados pelo jornalista João Gabriel de Lima. O que são as notícias falsas e as mentiras contadas nas redes sociais? Por que o ódio é o combustível em tempos de internet? A proliferação de boatos e meias-verdades tem gerado grande impacto no comportamento, na política e na economia do país. "O Brasil é um país que incorpora tardiamente as ideias. A questão central é a economia. As outras questões são abstratas", afirmou Karnal. 

Em um bate-papo descontraído, os jornalistas Artur Xexéo, Joaquim Ferreira dos Santos e Patrícia Kogut encerraram a programação de sábado do Café Literário. No encontro Histórias da TV e sociedade, mediado por José Godoy, os jornalistas conversaram sobre personalidades da televisão brasileira, sobre as mudanças da mídia televisiva ao longo das décadas e sobre o futuro da TV. Joaquim e Xexéo se debruçaram em duas biografias recém-lançadas de personagens emblemáticos, como a apresentadora Hebe Camargo e o colunista social Zózimo Barrozo do Amaral. Titular de uma coluna no jornal O Globo dedicada à televisão, Patrícia Kogut também lançou recentemente um livro sobre os programas mais marcantes da TV em toda a história. Além de falar sobre seus biografados e sobre os processos de criação dos livros, os jornalistas apontaram os desafios da televisão aberta e dos canais por assinatura.
GOT X Senhor dos Anéis
 Um bate-papo bem humorado sobre a série “Game of Thrones” e o filme “Senhor dos Anéis” lotou a Arena #SemFiltro. O encontro, antes previsto para 100 pessoas no espaço Geek & Quadrinhos, teve que ser alterado devido ao grande público, que passou de 400 e contou com a participação dos youtubers Carolina Moreira, Gaveta e Mikannn. “A série e o filme não têm comparação, são muito diferentes. Mas o encontro rendeu momentos engraçados”, comenta Mikannn. A dupla que defendia Game of Thrones, Carolina e Mikann, venceu o debate. 
Geek & Quadrinhos
Os desenhistas Will Conrad, Adriana Melo e Cris Peter participaram, neste sábado, do bate-papo “Profissão: quadrinista!”. Com muitos anos de carreiras e experiências internacionais, eles falaram sobre o inicio e os desafios da profissão. Will, natural de Belo Horizonte, contou que, no início, encontrou muita resistência da família que era muito tradicional. Já Adriana e Cris foram sempre muito incentivadas pelos os pais. Todos eles trabalham de forma autônoma e têm no currículo trabalhos feitos para a Marvel e DC Comics. Como profissionais da área, um dos maiores desafios diários que eles encontram é a compreensão de amigos para entender o seu trabalho, já que o fazem de casa, além das distrações que o ambiente do lar proporciona. Para quem está começando, eles recomendam muita prática, indicando que hoje há muita informação boa na internet que pode ajudar os jovens a aperfeiçoar o seu trabalho, além dos cursos, que hoje são mais abundantes.
Arena #SemFiltro
A Arena #SemFiltro recebeu hoje, Maicon Santini, Renato Plotegher e Lorelay Fox, autores que se utilizaram de contos como “A Branca de Neve”, por exemplo, para debater temas relativos à diversidade sexual e identidade de gênero. Mediado por Felipe Cabral, o encontro, que contou com intensa participação do público, abordou temas como a luta do movimento LGBT+, a descoberta da sexualidade na adolescência como um grande desafio a ser enfrentado, o preconceito de gênero e racional, além da literatura LGBT+. 
Durante a tarde, foi a vez do jovem Raony Phillips, criador, roteirista, diretor e dublador da websérie “Girls in the House”, inspirada no jogo “The Sims”. Com mediação de Ana Paula Lisboa, o encontro trouxe o criador da websérie de maior sucesso no Youtube, que agora lança “Meu Livro. Eu que Escrevi”, trazendo as histórias de Duny Eveley, uma de suas famosas personagens. Durante o bate-papo, Raony contou um pouco de sua experiência e história de vida, falou sobre a inspiração para os nomes “diferentes” de seus personagens, além da sua experiência de escrever, pela primeira vez, um livro. 
O humor em diferentes mídias e plataformas digitais foi o tema que encerrou o dia na Arena #SemFiltro. O encontro, mediado pelo diretor José Lavigne, contou com a participação do ator Marcius Melhem, e dos youtubers Luan Novitt, Manoela Antelo e Victor Meyniel. Durante o bate-papo, os participantes – que percorreram caminhos diferentes para chegar ao mesmo objetivo: humor –contaram suas histórias e trajetórias de vida. “Procuro divertir sem ofender com o objetivo de atingir todas as faixas etárias”, explicou Marcius Melhem. Os youtubers alertaram que na internet não existe interpretação. “O vídeo retrata o que realmente somos. Não existe personagem, somos nós o tempo inteiro”, falou Victor Meyniel. A plateia participou intensamente com perguntas e curiosidades sobre a arte de fazer sorrir. 
Encontro com Autores
Raphael Draccon e Carolina Munhóz conversaram sobre Literatura Fantástica no espaço Encontro com Autores. O casal, que atualmente vive em Los Angeles (EUA), comentou que o gênero viveu seu boom no Brasil em 2012, mas que atualmente está mais rico do que nunca, com mais mulheres escrevendo e constantes negociações para vender os direitos das obras ao cinema.
Os fãs das trilogias “Dragões de Éter”, “Legado Ranger” e do livro “A Fada” puderam conversar de perto com os escritores e ouvir as novidades sobre projetos que estão saindo do forno – como a personagem que vai integrar um novo livro para a DC Comics, produzido pela escritora Marie Lu, que terá o nome inspirado nos autores.
Na parte da tarde, a conversa foi dedicada aos gêneros Terror e Suspense, com a convidada Karin Slaughter, autora premiada e conhecida pelas obras “Will Trent” e “Flores Partidas”. No papo, a autora revelou suas fontes de inspiração para construção dos personagens: o comportamento das pessoas em aeroportos ao redor do mundo.  Além das observações de campo, Karin também faz longas pesquisas com policiais, detetives e médicos para enriquecer suas obras.
Um dos fenômenos da literatura infanto-juvenil, a autora Paula Pimenta participou do “Bate-papo fora de série!”.  No encontro, a escritora falou do lançamento da quarta temporada de “Minha Vida Fora de Série” e também sobre seus outros sucessos literários, como “Fazendo meu Filme”, “Apaixonada por palavras” e “Apaixonada por histórias”, que reúne suas crônicas, além da releitura moderna do clássico “A Bela Adormecida”, “Princesa Adormecida” – seu primeiro livro de uma série de histórias de princesas. Paula contou um pouco sobre seu processo criativo e deu dicas para quem sonha ser escritora como ela. “Acredito que o caminho é ler muito, escrever sobre o que gosta e conhecer muito bem sobre o tema escolhido”, resume a escritora.
Sessão de autógrafos
As youtubers Melissa e Nicole acabam de lançar o livro “Planeta das Gêmeas” e estiveram hoje na Bienal do Livro para uma manhã de autógrafos. Durante o encontro, mais de 300 crianças lotaram a Praça Copacabana, para abraçar e garantir a sua assinatura. “Achamos muito legal estar aqui. Amamos o carinho das fãs”, comenta Melissa. O livro reúne conversas, listas e várias curiosidades sobre as meninas, que já passam dos três milhões de inscritos no Youtube.
Sobre Bienal
A festa que aproxima escritores, editores, livreiros, professores, estudantes, leitores e visitantes de todas as idades e perfis ocupa 80 mil m² do Riocentro, até 10 de setembro. A Bienal Internacional do Livro Rio – terceiro maior evento do calendário carioca em número de público presente, ficando atrás somente do Carnaval e Réveillon – é fruto de uma parceria de mais de três décadas entre o SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e a Fagga | GL events Exhibitions.
Sobre a Fagga | GL events Exhibitions
Referência em promoção e organização de feiras e eventos no Brasil, a Fagga l GL events Exhibitions está no mercado há meio século e é responsável pela realização de mais de 20 feiras por ano no país. Desde 2006, faz parte de um dos maiores grupos do setor de eventos no mundo, a francesa GL events. A multinacional é a única da América Latina a trabalhar em toda cadeia da produção de eventos.
Sobre o SNEL
O SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) é uma sociedade civil que tem como objetivo o estudo e a coordenação das atividades editoriais no Brasil, assim como a representação legal da categoria de editores de livros e publicações culturais. Sua missão é dar suporte à classe nas áreas de direitos autorais, biblioteconomia, trabalhista, contábil e fiscal. O atual presidente do SNEL é Marcos Pereira.
Gestão de relacionamento com a imprensa
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Youtubers Kéfera e Evelyn Regly atraem centenas de fãs para a Bienal do Livro Rio

8 de setembro de 2017 Nenhum comentário

Fãs dormem em fila na entrada do Riocentro para garantir melhor lugar na Arena #SemFiltro e sessão de autógrafos com ídolos

O oitavo dia da Bienal do Livro Rio começou com fila de fãs das youtubers que passaram pelo evento neste feriado de 7 de setembro.  Centenas de pessoas dormiram na porta do Riocentro para garantir o melhor lugar no lançamento do livro e sessão de autógrafo com as escritoras de literatura jovem, Kéfera Buchmann e Evelyn Regly.
Estreando na ficção, Kéfera Buchmann levou uma multidão de “Kelovers” para a Bienal para lançar o seu terceiro livro “Querido Dane-se”, com uma tarde de autógrafos e um bate-papo na Arena #SemFiltro sobre a nova experiência na literatura e sobre ser cada vez mais multiplataforma. Kéfera também contou que vai começar a gravar um novo filme em novembro e como tem sido boa a experiência da produção cinematográfica na qual ela não tem o controle de tudo, como em seu vloguer. 
Ainda na Arena #SemFiltro, Fernanda Young, Jessica Ellen e Ana Rios debateram sobre as vertentes do movimento feminista e a força que ele ganhou com as redes sociais. Fernanda, que milita há muitos anos pela causa, ressaltou que é uma pena que o assunto ainda seja tratado como uma novidade.  As jovens Jessica e Ana falaram da força que a tecnologia deu para o movimento ao dar maior visibilidade para os casos de abuso.
Na mesa-redonda “Intercâmbio, uma Viagem”, mediada pela autora Paula Pimenta, no espaço Arena#SemFiltro, a escritora norte-americana Gayle Forman, autora de “Se Eu Ficar, Para Onde Ela Foi e Quando eu Parti”, contou que passou sua juventude entediada e que começou a criar histórias para entender a si mesma, descobrindo ao longo de sua trajetória que escrevendo ficção podia estar em qualquer lugar. “A ficção ajuda na realidade, assim como a realidade ajuda na ficção.” Atualmente, a autora está escrevendo, ao mesmo tempo, cinco novos livros. O próximo, segundo Gayle, será lançado em 2018 nos Estados Unidos.

Sessão de autógrafos

A noite, foi a vez da youtuber Evelyn Regly promover uma sessão de autógrafos do livro “É do babado!”. Centenas de seguidores se reuniram na Praça Copacabana para ganhar uma assinatura no livro em que Evelyn revela os segredos que ainda não contou na internet. Com uma boa dose de humor e sarcasmo, a escritora fala sem rodeios os acertos e os fracassos que já vivenciou longe das câmeras na vida real.

Encontro com autores

Em um auditório lotado de fãs, o autor infanto-juvenil Pedro Bandeira fez uma retrospectiva de sua carreira e analisou a sua estreia na ficção adulta com o recém-lançado livro “Melodia Mortal”. Com mais de 20 milhões de livros vendidos em toda a sua carreira, Bandeira falou sobre a importância de a atual juventude ser ousada e buscar inspiração e realização na profissão. “A minha inspiração são os seres para quem eu escrevo”, disse o escritor paulista. Ao fim do encontro, o autor recitou um poema e citou o aclamado livro “A Droga da Obediência”, da década de 80, um de seus maiores sucessos até hoje. 
No final do dia, o cantor e escritor Lobão arrancou gargalhadas da plateia no Enconto com Autores. Após escrever o “Guia Politicamente Incorreto dos anos 80 pelo Rock”, quarta obra do autor, Lobão contou ao público que está gravando um novo disco, com base em seu último livro, motivado pela ideia de perpetuar bandas que fizeram sucesso há 30 anos. “Precisamos unir forças e afetos para acabar com paradigmas, respirar fundo e ter humildade para começar novos caminhos”, aponta, acrescentando que “o artista que não se reinventa é uma recordação de si mesmo”.

Café Literário

Os 100 anos da Revolução Russa, que se completam este ano, mobilizaram o público do Café Literário, na manhã desta quinta-feira. A mesa-redonda reuniu os historiadores Daniel Aarão Reis e Rodrigo Patto de Sá Motta e a jornalista Maria Cristina Fernandes, com mediação de Rodrigo Elias, que debateram as condições históricas que deram origem à revolução, em 1917, e sua repercussão hoje, tanto na Rússia quanto no Brasil. Enquanto Daniel Aarão Reis analisou como se instalou o regime autoritário na então União Soviética, Rodrigo Patto destacou a força do discurso anticomunista no Brasil ao longo do século 20 e seu novo fortalecimento hoje.
Já no período da tarde, foi a vez da mesa-redonda falar sobre os Novos Poetas Brasileiros com os escritores Fabrício Corsaletti, Bruna Beber e José Godoy e mediação de Maria Cecília Brandi, que alternaram leitura de poemas com questões sobre o processo criativo, fontes de inspiração e a pressão para assumir posturas políticas em sua literatura. "Não acredito que seja papel da poesia abordar o cenário político. Há outras narrativas, como o jornalismo e a sociologia", defendeu José Godoy. Para Fabrício, mesmo sem ser político, é possível se conectar a um ‘sentimento da sociedade’. “É o que Manuel Bandeira chamava de 'emoção social'”, comentou.
Em seguida, o Café Literário trouxe o tema Erotismo e Literatura para o debate mediado pelo jornalista Paulo Werneck e composto pelos escritores Ronaldo Bressane, Leusa Araújo e Alexandre Marques Rodrigues que destacaram os limites entre erotismo e pornografia sob o ponto de vista do autor. Para Bressane, autor do recém-lançado “Escalpo”, “o corpo para nós, humanos, é matéria de cultura”, revela. Ao abordar o processo de construção dos personagens, Leusa, autora de “Livro do Cabelo” e “Senão eu atiro e outras histórias verídicas”, destaca que “a construção do erotismo na literatura traz uma dicotomia social. Ou a mulher é vítima do sexo ou é a devassa”, aponta.

Ainda no Café Literário, os jornalistas Jotabê Medeiros e PC Guimarães se juntaram à psiquiatra Ana Beatriz Barbosa, no encontro “Histórias de Vida”, para debater as diversas facetas da personalidade humanas e contar como é escrever sobre personalidades tão instigantes. Jotabê é autor da biografia do músico Belchior e PC se debruçou sobre a vida do jornalista Sandro Moreyra. Já a médica é autora de mais de doze títulos que esmiúçam a mente humana, como o livro “Mentes Perigosas”.

Para encerrar a programação do espaço, foi realizado, hoje, um debate sobre um dos assuntos mais importantes da atualidade, o “Futuro Sustentável”. A mesa-redonda reuniu o jornalista André Trigueiro, o fotógrafo Mauricio de Paiva e o escritor Sérgio Tulio Caldas. A conversa girou em torno das soluções e ações que as grandes cidades podem adotar para resolver “o impasse civilizatório”, como definiram os três participantes. Para Trigueiro, que está lançando o livro “Cidades e Soluções”, o grande problema na agenda de sustentabilidade brasileira é o saneamento básico e, no mundo, o aquecimento global. Para os participantes, o jornalismo tem o papel fundamental de denunciar e debater as questões ligadas ao meio ambiente. 

Geek & Quadrinhos

Batalhas inusitadas entre personagens famosos do mundo dos quadrinhos. Esse foi o tema que animou a tarde desta quinta-feira na área Geek & Quadrinhos. Fernando Caruso, Tiago Rex, André Gordirro, Tiago Romariz e Afonso Solano debateram com o público sobre batalhas hipotéticas e resultados impensáveis, como a vitória da Eleven sobre a Mulher Maravilha, e divertiram a plateia fã do universo HQ. Segundo Caruso, “o filme da Mulher Maravilha é 10, mas a Eleven é 11”. Quando o assunto é anéis, o longa-metragem do Tolkien foi eleito vencedor por ter o poder de comandar todos os outros anéis mágicos. Já quando falamos de telepatia nas telefonas, Bran venceu do Professor Xavier por poder comandar um animal. Haja super-herói para tanta disputa!

Mulher Maravilha continuou em destaque no espaço. No bate-papo, com o tema “DC nos cinemas: agora vai!”, entre Fernando Caruso, Thiago Romariz, Tiago Rex e Afonso Solano, a heroína foi um dos destaques quando citaram a recuperação da DC Comics.  A expectativa é que o próximo filme da produtora, Liga da Justiça, emplaque reunindo a Mulher Maravilha, Batman, Superman, Flash e Aquaman no mesmo longa. No entanto, os participantes questionaram se a DC será capaz de fazer frente à Marvel, que tem tido muito mais sucesso em seus lançamentos cinematográficos nos últimos anos.

Sobre Bienal
A festa que aproxima escritores, editores, livreiros, professores, estudantes, leitores e visitantes de todas as idades e perfis ocupa 80 mil m² do Riocentro, até 10 de setembro. A Bienal Internacional do Livro Rio – terceiro maior evento do calendário carioca em número de público presente, ficando atrás somente do Carnaval e Réveillon – é fruto de uma parceria de mais de três décadas entre o SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e a Fagga | GL events Exhibitions.

Sobre a Fagga | GL events Exhibitions
Referência em promoção e organização de feiras e eventos no Brasil, a Fagga l GL events Exhibitions está no mercado há meio século e é responsável pela realização de mais de 20 feiras por ano no país. Desde 2006, faz parte de um dos maiores grupos do setor de eventos no mundo, a francesa GL events. A multinacional é a única da América Latina a trabalhar em toda cadeia da produção de eventos.

Sobre o SNEL
O SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) é uma sociedade civil que tem como objetivo o estudo e a coordenação das atividades editoriais no Brasil, assim como a representação legal da categoria de editores de livros e publicações culturais. Sua missão é dar suporte à classe nas áreas de direitos autorais, biblioteconomia, trabalhista, contábil e fiscal. O atual presidente do SNEL é Marcos Pereira.

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2º Fórum de Educação coloca a juventude no centro das discussões durante a 18ª Bienal Internacional do Livro Rio

7 de setembro de 2017 Nenhum comentário


Nesta segunda-feira, dia 4 de setembro, aconteceu 2º Fórum de Educação, na 18ª Bienal Internacional do Livro Rio, no Riocentro. Enxergar o estudante como protagonista da aprendizagem; buscar uma escola que faça sentido e acolher as identidades e diferenças, de forma a evitar a exclusão, foram alguns dos desafios que mobilizaram a conversa entre os professores e especialistas do fórum, com curadoria do Canal Futura e mediação de João Alegria, diretor do Canal.
Para o Tião Rocha, um dos convidados do debate, a educação é uma relação de troca. “Educação só existe no plural: eu e o outro. Para gerar aprendizagem e haver troca, é preciso estabelecer o equilíbrio entre os diferentes, não reforçar as desigualdades”, defendeu o educador Tião, que contou sobre sua experiência no trabalho com crianças e jovens em lugares como o Vale do Jequitinhonha e o interior do Maranhão.
           Já a jornalista Flávia Oliveira, uma das apresentadoras do encontro, destacou as causas para os altos índices de evasão escolar, especialmente entre jovens negros e pobres. “As desigualdades vão se perpetuando. A escola é o primeiro espaço em que a criança percebe o racismo: ela muitas vezes tem a percepção de que aquele lugar não é para ela”, diz Flávia, citando ainda baixa renda, más condições de habitação e vulnerabilidade familiar como fatores que contribuem para a evasão escolar.
           A professora guarani Sandra Benites emocionou o público com sua trajetória no ensino e no resgate da cultura indígena, dentro da comunidade guarani. “Muitas vezes, falta acolhimento e entendimento do jovem indígena nas escolas em geral, o que faz com que eles desistam de estudar. Esse esquecimento da identidade é uma violência simbólica muito grande”, contou.



ARENA #SemFiltro

                    A Arena #SemFiltro foi o palco de dois bate-papos com artistas nacionais. Os músicos Tico Santa Cruz e Leoni falaram sobre o atual cenário da política e da música no Brasil.  Tico, conhecido por se posicionar ativamente nas redes sociais, ressaltou a importância da militância artística em causas como racismo, homofobia e desigualdade social e política. “Quando você se omite politicamente, você acaba autorizando que outras pessoas falem por você. Acho um desperdício não usar a nossa voz amplificada para batalhar por uma sociedade mais justa, para diminuir as desigualdades e dar voz àqueles que não conseguem compartilhar o seu sofrimento. Esse também é o papel do artista, independente do preço que se pague”.  As transformações da sociedade, que, segundo Leoni, está cada vez mais focada em entretenimento e consumo, reverberam diretamente na arte. Para ele, quanto mais a sociedade caminhar na velocidade do capitalismo, mais a arte será desvalorizada. “A gente perdeu a capacidade de valorizar as coisas mais simples. Passando a acreditar que se não dão lucro, não valem o investimento. A arte é mais que isso. A arte é sonhar. E a música, assim como outras expressões, deveria estar livre de serem produtos mercadológicos”, disse.
                   À noite, a atriz, cantora, apresentadora e escritora Sophia Abraão, e a musicista e atriz Lucy Alves bateram um papo com a plateia sobre os tantos papeis desempenhados pelas multimulheres nos tempos de hoje. Para ambas, o conceito de fazer uma coisa só no ambiente profissional está ultrapassado. "O profissional é cada vez mais completo, homens ou mulheres. Todo mundo vive essa necessidade de ser um combo", comentou Lucy. A conversa, mediada pelo produtor musical Bruno Levinson, trouxe à tona ainda um debate sobre igualdade de gênero e violência contra mulher. "As pessoas têm dificuldade em entender o feminismo. É simplesmente igualdade, seja em casa, no trabalho ou no convívio social. Ainda estamos muito longe disso, mas é bom saber que estamos caminhando" comentou Sophia, adicionando que entre todas as dificuldades que vive por ser mulher, a pior é a falta de segurança. Lucy, assim como todas as mulheres da plateia, concordou. "Sair na rua sem ser assediada, sem ficar assustada com tudo e com todos é algo que não existe para nós".  A última sessão desta segunda-feira foi encerrada com Lucy e Sophia dividindo com o público sua missão de vida: usar a arte e a capacidade de influenciar pessoas para dar chance ao diálogo, emocionar pessoas e fazê-las sentir, fazê-las viver.



Geek & Quadrinhos

                   Affonso Solano – curador do espaço – foi o mediador do debate “Achei que ler era chato”, que aconteceu nesta segunda, no pavilhão 4 - verde. Vivi Maurey, Luis Eduardo Matta e Marcelo Amaral foram os convidados da atração e eles disseram ao público como venceram o preconceito contra a “literatura chata” na adolescência.
                    Vivi – autora do livro #Fui – comentou que tomou gosto pela leitura quando conheceu os gibis da Turma da Mônica, as obras de Agatha Christie e o livro “Os Caras”, de Pedro Bandeira. Luis Eduardo – escritor de livros policiais para jovens – viu que ler era bacana e instigante quando teve acesso à série “A inspetora”, de Ganymédes José. Já Marcelo Amaral se encantou com “Feliz Ano Velho”, de Marcelo Rubens Paiva. O encontro entre os três autores esgotou a capacidade do espaço, limitada em 80 pessoas.

Palco Maracanã
              
           Os donos de dois canais do YouTube (Neagle e Luis Mariz) agitaram a garotada nesta segunda-feira, na 18ª Bienal do Rio.Criadores do Neagle, Victor Trindade (Eagle) e Gabriel Fernandes (Neo) ambos com 19 anos – youtubers com 3,5 milhões de inscritos – fizeram o maior sucesso entre os seus fãs adolescentes. Os jovens autores deram pelos menos 400 autógrafos no livro “Neagle – Vivendo um sonho nos Estados Unidos”, que relata a rotina dos dois neste país. Na obra, eles contam detalhes de como é morar sozinhos e também dão dicas de como é possível estudar fora do Brasil.
            A sessão de autógrafos com o youtuber Luis Mariz, que lançou recentemente o livro “Um ano muito louco”, da editora Astral Cultural, reuniu centenas de fãs mirins e adolescentes que vibraram, gritaram e se emocionaram ao encontrar o influencer. "Desde que comecei meu canal de vídeos, este contato com os fãs é surpreendente para mim. É muito doido ver a galera me abraçando, me beijando. Esse carinho é lindo", comentou entusiasmado. O youtuber de 18 anos falou, ainda, sobre a responsabilidade de produzir conteúdo para um público tão jovem. "Crianças, adolescentes e até mesmo seus pais nos assistem, então nós sempre nos preocupamos em fazer o que é correto e mostrar isso nos vídeos. Tentamos também ter uma pegada educacional porque sabemos nossa responsabilidade", finalizou Luiz.

Sobre Bienal

A festa que aproxima escritores, editores, livreiros, professores, estudantes, leitores e visitantes de todas as idades e perfis ocupa 80 mil m² do Riocentro, até 10 de setembro. A Bienal Internacional do Livro Rio – terceiro maior evento do calendário carioca em número de público presente, ficando atrás somente do Carnaval e Réveillon – é fruto de uma parceria de mais de três décadas entre o SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e a Fagga | GL events Exhibitions.

Sobre a Fagga | GL events Exhibitions

Referência em promoção e organização de feiras e eventos no Brasil, a Fagga l GL events Exhibitions está no mercado há meio século e é responsável pela realização de mais de 20 feiras por ano no país. Desde 2006, faz parte de um dos maiores grupos do setor de eventos no mundo, a francesa GL events. A multinacional é a única da América Latina a trabalhar em toda cadeia da produção de eventos.

Sobre o SNEL

O SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) é uma sociedade civil que tem como objetivo o estudo e a coordenação das atividades editoriais no Brasil, assim como a representação legal da categoria de editores de livros e publicações culturais. Sua missão é dar suporte à classe nas áreas de direitos autorais, biblioteconomia, trabalhista, contábil e fiscal. O atual presidente do SNEL é Marcos Pereira.

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Bienal do Livro: mundo digital conquista o público com os debates desta quarta-feira

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Nesta quarta-feira, 06 de setembro, véspera de um feriadão, a 18a Bienal do Livro Rio abriu debates interessantes quando o assunto é o mundo virtualA Arena #SemFiltro recebeu o youtuber RezendeEvil para um bate-papo que mexeu com os fãs do jovem famoso pelos vídeos de Minecraft. O público repleto de crianças, jovens e até adultos participou ativamente com fotos, vídeos e posts nas redes sociais. 

Pedro Afonso, nome verdadeiro de RezendeEvil, explicou que tentou a carreira de jogador de futebol de campo e depois atuou na Itália jogando futsal, mas a paixão pelo game falou mais alto. Mesmo atuando intensamente no digital, o jovem disse que tem grande sedução em escrever livros. 

"Vejo que os livros dão liberdade. Um filme adaptado de um livre tem que ser muito resumido. O livre permite você viajar nas histórias. Há quatro anos decidi largar o futsal e focar no canal. Meus pais sempre me incentivaram.". 
Também Arena #SemFiltro já havia presenciado oyoutubers Magano e Sonata, que animaram a plateia durante a semifinal do Slam Colegial Flup. A atração gratuita – que é uma grande competição de poesias da periferia – é uma parceria entre a Bienal do Livro Rio e a FLUP (Festa Literária das Periferias). A dupla apresentou ao público os poetas que participaram desta fase e seus vencedores. 

“O sucesso do evento tem comprovado que os adolescentes e os jovens gostam, sim, de poesias”, afirma Julio Ludemir, um dos responsáveis pelo Slam Colegial Flup.  A final será realizada na próxima sexta-feira, dia 8 de setembro, das 13h30 às 16h, também na Arena #Sem Filtro. Todos os poetas que participaram são estudantes da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro e os três finalistas vão ganhar troféus. Violência, preconceito racial, exclusão social, estupro e as mazelas das comunidades foram os temas mais citadas nos poemas autorais. 

Também sucesso entre os adolescentes, a atriz Giovanna Chaves, a Priscila da novela "Cúmplices de um Resgate"do SBT, lançou seu livro "O Amor em poucas linhas". Com a presença de muitos fãs, todos tiveram seus exemplares autografados pela jovem de 15 anos. 

"Estar na Bienal do Rio é a realização de um sonho. Incrível! Estou muito feliz em ver as crianças querendo meu livro autografado. Quem sabe não vem no futuro o 'O Amor em poucas linhas 2' ou até um filme", comentou a atriz e agora também escritora que fez sua estreia no evento. 




CAFÉ LITERÁRIO E ENCONTRO COM  AUTORES 

O papel da TV no acesso a grandes obras literárias foi o tema de abertura do Café Literário desta quarta-feira. No encontro, o jornalista Edney Silvestre mediou um bate-papo entre a roteirista Maria Camargo; o romancista, cineasta, dramaturgo e também roteirista Fernando Bonassi; e a atriz Eliane Giardini. Eles falaram sobre a importância da adaptação de obras literárias na disseminação do conhecimento para a população.  

“A TV e o cinema pautam debates importantes que acontecem no Brasil, e isso é um dos objetivos da arte, transferir conhecimento. O filme Carandiru, adaptado do livro do médico Drauzio Varella, por exemplo, reflete bem essa questão”, afirmou Bonassi. Já Maria Camargo lembrou outras obras que viraram minisséries de sucesso na telinha, como Dois Irmãos, de Milton Hatoum.  “A literatura muitas vezes só chega para as pessoas através das adaptações de TV e cinema, e essa é uma bandeira que temos que levar adiante”, completa Maria. 

Na sessão seguinte, a jornalista Mariana Filgueiras recebeu os escritores Heloísa Seixas, Joca Reiners Terron e Santiago Nazarian, os três lançando livros durante a Bienal. Na conversa, além de apresentar as obras – “Agora e na hora”, Noite dentro da Noite” e “Neve Negra”, respectivamente , os autores falaram sobre a influência de temas como o terror e a morte sobre a sua escrita. 

Já o  jornalista Rodrigo Casarindiscutiu a relação entre história e literatura com a historiadora Mary del Priore e os romancistas Alberto Mussa, carioca; Fabiano Costa Coelho, pernambucano; e o gaúcho Samir Machado de Machado. Na pauta, as influências que história e literatura recebem uma da outra e o papel de cada uma delas na tentativa de retratar a realidade brasileira.   

No Encontro com Autores, a jornalista Daiana Garbin, autora do livro “Fazendo as Pazes com o Corpo”, que será lançado ainda este ano, e o psiquiatra Daniel Barros, que escreveu “Pílulas de bem-estar”, conversaram sobre distúrbios alimentares e outros problemas relacionados à aceitação do próprio corpo. Ex-repórter da TV Globo, Daiana conviveu durante anos com a dismorfia corporal e agora coordena o projeto “Eu Vejo”, voltado para a conscientização sobre o tema. 


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